quarta-feira, 21 de maio de 2008

Design Ecológico

Propstas boas de novaiorquinos para um design sustentável.

http://www.youtube.com/watch?v=58g067NCu4Y&NR=1

Site da empresa:
http://www.riverwired.com/

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Sacolas Plásticas

Ultimamente, têm-se discutido muito a respeito da utilização de sacolas plásticas descartáveis. É incontestável o seu potencial para poluir, visto que sua reciclagem é inviável; elas arrebentam muito facilmente e são descartadas sem cuidado. Podemos citar o exemplo chinês, a China consome diariamente cerca de 3 bilhões de sacolas plásticas. Diante disso, o governo chinês anunciou recentemente a proibição da distribuição delas a partir de junho. Tal decisão espera retomar o velho hábito chines de ir às compras com suas próprias bolsas de pano e cestos de vime.

Boa parte da Europa, já adota o modelo de não distribuir sacolas plásticas. Nos mercados as sacolas são vendidas, incentivando o consumidor a levar a sua própria sacola para carregar as compras.

E o que o design tem feito para direcionar os consumidores a deixarem de utilizar tamanha quantidade de sacolas plásticas?

Designers criaram linhas de bolsas próprias para ir às compras, seja no mercado, na feira ou no shopping. São bolsas e sacolas atraentes que levam consigo o conceito de preservação ambiental, conceito que está na moda ultimamente.

Eduardo Svezia ( Shoestock )




Anya Hindmarch


Carlos Bessa

Carlos Bessa
Alternativa às sacolas plásticas na Ana Maria Braga e produção de "madeira" através de lixo plástico:

Eco Design

Abajur, no qual a própria embalagem é o produto.


Design e a Sustentabilidade

A palavra-chave para a relação do titulo é: eco-eficiência. Trata-se de uma revisão dos conceitos do design industrial, adotados para produtos no mercado global, na busca de uma condição de equilíbrio na extração, utilização e reutilização dos recursos renováveis e não-renováveis disponíveis no meio. Sabe-se hoje que a relação entre o princípio da sustentabilidade planetária e o conceito de eco-eficiência de um produto, é o agente principal no design de produtos para este milênio.
Sabe-se que a correção do equilíbrio dos ecossistemas passa obrigatoriamente por mudanças nos processos industriais, nos modelos de produção hoje utilizados e até mesmo nos conceitos de qualidade. Globalmente falando, o planeta encontra-se polarizado em economias centrais e periféricas, tendo as primeiras, a necessidade de contenção dos níveis de produção, em vista do efetivo atendimento das necessidades da maioria da população. Por outro lado as economias ditas periféricas (países sul-americanos, por exemplo) necessitam retomar níveis de produção e consumo, com vista ao atendimento das necessidades básicas da população.



Lustre feito de bases de garrafa PET, de Michelle Brand



Produção e Consumo versus Meio Ambiente

No primeiro caso, das economias centrais (principalmente as da Europa Ocidental), este atendimento de necessidades da população, iniciado com a reconstrução da Europa após a segunda guerra mundial, deu-se a custa de grandes danos ambientais, com impactos em nível planetário.
No segundo caso, das economias periféricas, o fator agravante na retomada do crescimento e atendimento das demandas de mercado, vem sendo a utilização de tecnologias obsoletas importadas de economias centrais, ainda poluentes e danosas ao meio natural. Esses modelos industriais importados, sem um upgrade devido, caracterizam-se pela baixa capacidade de absorção dos seus efluentes industriais, por parte do entorno imediato.
As duas situações descritas estão diretamente vinculadas a questão principal e de interesse global, qual seja, a preservação dos ecossistemas. Na medida em que integra e interage nesta cadeia natural o homem, como elemento principal do sistema, necessita modificar determinadas funções que orientam as relações de troca entre os grupos sociais do planeta: marketing e design.
Se à função marketing (o quê fazer), segundo Kotler(1996), cabia, em nível estratégico, a identificação e o estabelecimento de briefings, faz-se necessário hoje que estes programas sejam compatíveis com aspectos relacionados ao binômio descontinuidade-descartabilidade, questões globais principais anteriormente referidas.
Se à função design (como fazer), ainda cumpre o papel, em nível tático, de concepção dos meios de troca, faz-se necessário, agora, atuar num patamar que contemple o binômio descartabilidade-reciclagem, sob a ótica dos processos de fabricação não-agressivos ao meio e à vida.
E, completando a tríade de funções, cabe à função tecnologia buscar meios de produção que viabilizem a materialização dos meios de troca, à luz de condições ambientais não-agressivas e com balanço energético em níveis aceitáveis.

Lenços umidecidos, biodegradáveis, para bebês.




(Baseado no texto de Mario dos Santos Ferreira da CIENTEC/RS)

PAULA

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Design Conscientização

Todo design envolve uma série de fatores sociais, dentre eles, a consciência dos impactos que serão causados. Tanto à população, quanto ao meio em que vivemos. Com relação a população, levando-se em conta o efeito que certo design tem para direcionar uma tendência e maneira de se viver, ou encarar o mundo a nossa volta. Está ao alcance do designer influenciar todo um modo de vida das pessoas, ou simplesmente de uma faixa etária ou condição social.
O designer pode muito bem criar meios de se alienar e manipular um grupo específico de indivíduos. A massa recebe um constante bombardeio de anúncios e ofertas na maioria das vezes enganosas, que diz proporcionar uma realidade não existente ou fora do alcance dessa parcela da população.
A televisão, por muitas vezes, impõe de certa forma uma maneira ideal de se viver, crescer, trabalhar, estudar, e até ser. Como o trecho da música “Pacato Cidadão” da banda brasileira Skank:

“...Pra que tanta TV

Tanto tempo pra perder

Qualquer coisa que se queira

Saber querer

Tudo bem, dissipação

De vez em quando é "bão"

Misturar o brasileiro

Com alemão

Pacato Cidadão!

É o Pacato da Civilização...”

O designer às vezes é o criador do denominado “lixo sentimental”, que é o que se produz e não tem real utilidade, ou não é mais necessária a sua produção em favorecimento de nova tecnologia. Um bom exemplo é a produção de CD’s musicais. Se hoje nós temos a possibilidade de se escutar musica sem necessariamente ter um arquivo físico, qual é então o motivo de se criar esse lixo desnecessário? É por que nós temos apego sentimental a certas tradições. Imagine quanto lixo deixaria de ser produzido, se priorizássemos o material não físico ao produto que necessariamente produz algum lixo?
Pensando ainda na questão de substituir o físico pelo não físico, temos também todos os nossos recibos, notas fiscais, senhas de banco, embrulhos de embalagens desnecessários, panfletos e etc... Esses são produtos que seu destino inevitável é o lixo, produz-se para ir ao lixo, direto.
Faz parte da profissão do designer ter conhecimento do fim que levará o seu produto, seja esse fim o lixo, a reciclagem ou a alienação e condução da boiada que é a massa.


quarta-feira, 9 de abril de 2008

Exposições visitadas

No último sábado, dia 05/04, reunimos o grupo no Itaú Cultural com o objetivo de visitar as duas exposições em exibição no espaço: "Quase Liquido" e " H2Olhos". Tivemos maior interesse na exposição "Quase Liquido" que foi o motivo por termos visitado o Itaú Cultural.
A exposição tratava da volatilidade e movimento do liquido associado ao desenho e a forma. Abaixo citamos o resumo da exposição pelo curador Cauê Alves:

"O líquido se comporta de um modo bastante particular: não mantém uma forma estática definida, mas está sempre pronto para se modificar; Ele pode se acomodar no espaço e se adequar a qualquer recipiente, ganhando uma forma sempre provisória. O estado líquido pressupõe a inconstância, a mobilidade e a fluidez. É o estado mais próximo do fluxo do tempoe de tudo o que é instantâneo e passageiro como o próprio tempo.

O momento atual, segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, seriacaracterizado pela modernidade líquida. Uma era em que o poder exercido de modo evasivo, escorregadio e flexível. Os celulares, a internet sem fio e todo o mundo portátil e leve associado aos equipamentos de comunicação estão entre os responsáveis pela aceleração vertiginosa do tempo.

Entretanto, apesar desse mundo predominantemente fluido e veloz, a situação, pelomenos no Brasil, não é propriamente a de uma modernidade líquida. Talvez estejamos numa era quase líquida, em que dadas as contradições de nosso processo de modernizaçãoo quase deve ser ressaltado.

Basta olhar para o Rio Tietê na altura da marginal. Um rio que possui uma consistência gelatinosa e cuja matéria orgânica acumulada em seu fundo atrapalha o fluxo. A densidade atual do rio talvez seja um modo de caracterizarparte do mundo contemporâneo e de nosso atraso, um símbolo de nosso estágio de modernização. Uma modernidade contraditória, que não é plenamente líquida, que não engata e que só a duras penas se realiza. Ao mesmo trempo que São Paulo possui um dos piores trânsitos do mundo, se locomover de automóvel na cidade exige paciência, nela há uma grande circulação de motos e um do mais intensos tráfegos de helicópteros do planeta.

Tanto a relação do rio com o fluxo temporal quanto ao estado quase líquido são pontos de partida para a exposição. Não à toa há na mostra trabalhos realizados em esgotos, córregose no prórpio Tietê; outros que remetem ao rio como metáfora do tempo, e há ainda trabalhos que aludem indiretamente ao tema da mostra.

O estado quase líquido é parte de nosso processo particular de modernização que não conseguiu dissolver as sólidas e desiguais estruturas sociais e, com isso, renovar a ordem instituída. As estruturas que comandavam o mundo do passado ainda se mantém e o ideal de um país moderno, civilizado e desenvolvido não foi atingido. Se o poder se assenta justamente nesse estado de fluidez, na aparência de liberdade, isso significa que é quase impossível transformá-lo plenamente, afinal as estruturas se liquefizeram, são maleáveis e escorregadias, ou quase."

Frame do vídeo, Suco Gástrico, 2008, de Zezão.


Artur Lescher, Máquina, 2007 .

Rosângela Rennó, Experiência de Cinema, 2004.


Frame do vídeo Inventário das Pequenas Mortes (Sopro), 2000, de Cao Guimarães e Rivane Neuenschwander

Eduardo Srur Pets, 2007-2008

terça-feira, 1 de abril de 2008

A partir de algumas discussões com o grupo, começamos a traçar um plano de pesquisa, trabalho e realização seguindo o tema proposto: “O que é Design hoje”. Tivemos idéias iniciais, levando em consideração o pouco que sabíamos sobre o assunto e chegamos a conclusão de que a pesquisa será desenvolvida desde o surgimento do conceito, das evoluções adquiridas ao decorrer do passado para analisarmos as implicações concretas no presente e suas futuras aplicações.
Visando uma verdadeira função social do recurso em questão, aprimoraremos o estudo focando as adaptações do que já existe em benefício do homem, buscando entender a sociedade e seus comportamentos.
Apesar de termos chegado a essas idéias primárias sentimos falta de algo mais concreto, e também de influência externa. Com isso decidimos entrevistar pessoas envolvidas com arte e design, visitar exposições, pesquisar em revistas e internet, coletar imagens, tudo para que pudéssemos assim ter uma visão mais ampla do tema tratado.
Algumas entrevistas já foram feitas com uma câmera de celular. Isso porque levamos em consideração a espontaneidade, praticidade e a presença do celular nas mais variadas classes da população. O celular como ferramenta. E serão integradas ao trabalho para apresentação. As primeiras iformações registradas nos levaram a crer que o desing tem uma forte função de comunicar, pois a comunicação visual é rápida e impactante; que é mais útil do que um simples adorno; pode ter uma criação intuitiva sem moldes clássicos; e é uma forma altamente expressiva e repleta de cultura regional. Nosso encontro aconteceu na livraria cultura do Conjunto Nacional, para que pudéssemos pesquisar em livros algumas idéias básicas como a frase a seguir:


“Certamente, todos esses pioneiros tiveram o primitivo entendimento de que em seus trabalhos deveriam se preocupar com a ergonomia, funcionalidade e custo-benefício. Mas, com a perspectiva histórica podemos ver que a sua preocupação maior era a mistura da estética com a moral em objetivo de criar um estilo próprio.”

BAYLEY, Stephen/ CONRAD, Terence.

JOÃO.

quarta-feira, 19 de março de 2008



Sejam bem vindos ao blog do grupo 13, espero que aqui nós possamos expor um pouco sobre o

andamento de nossas pesquisas!








Design da dinamarquesa Louise Campbell.

Produto hoje: interação com o design, arranja-se o candelabro da maneira desejada, até compra-se peças sobressalentes para integrar o decorativo.





Arte urbana de “Os Gêmeos”. Otaviano e Pandolfo.

A arte urbana ganha cada vez mais espaço. É apreciada, hoje em dia, com mais intencidade, ela faz parte do nosso cotidiano e de nossas vidas.
Dela surgem influências na maneira de designers gráficos trabalharem. Um desenho atual que chama a atenção.