quarta-feira, 21 de maio de 2008
Design Ecológico
http://www.youtube.com/watch?v=58g067NCu4Y&NR=1
Site da empresa:
http://www.riverwired.com/
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Sacolas Plásticas
Boa parte da Europa, já adota o modelo de não distribuir sacolas plásticas. Nos mercados as sacolas são vendidas, incentivando o consumidor a levar a sua própria sacola para carregar as compras.
E o que o design tem feito para direcionar os consumidores a deixarem de utilizar tamanha quantidade de sacolas plásticas?
Designers criaram linhas de bolsas próprias para ir às compras, seja no mercado, na feira ou no shopping. São bolsas e sacolas atraentes que levam consigo o conceito de preservação ambiental, conceito que está na moda ultimamente.
Eco Design
A palavra-chave para a relação do titulo é: eco-eficiência. Trata-se de uma revisão dos conceitos do design industrial, adotados para produtos no mercado global, na busca de uma condição de equilíbrio na extração, utilização e reutilização dos recursos renováveis e não-renováveis disponíveis no meio. Sabe-se hoje que a relação entre o princípio da sustentabilidade planetária e o conceito de eco-eficiência de um produto, é o agente principal no design de produtos para este milênio.
Sabe-se que a correção do equilíbrio dos ecossistemas passa obrigatoriamente por mudanças nos processos industriais, nos modelos de produção hoje utilizados e até mesmo nos conceitos de qualidade. Globalmente falando, o planeta encontra-se polarizado em economias centrais e periféricas, tendo as primeiras, a necessidade de contenção dos níveis de produção, em vista do efetivo atendimento das necessidades da maioria da população. Por outro lado as economias ditas periféricas (países sul-americanos, por exemplo) necessitam retomar níveis de produção e consumo, com vista ao atendimento das necessidades básicas da população.

Produção e Consumo versus Meio Ambiente
No primeiro caso, das economias centrais (principalmente as da Europa Ocidental), este atendimento de necessidades da população, iniciado com a reconstrução da Europa após a segunda guerra mundial, deu-se a custa de grandes danos ambientais, com impactos em nível planetário.
No segundo caso, das economias periféricas, o fator agravante na retomada do crescimento e atendimento das demandas de mercado, vem sendo a utilização de tecnologias obsoletas importadas de economias centrais, ainda poluentes e danosas ao meio natural. Esses modelos industriais importados, sem um upgrade devido, caracterizam-se pela baixa capacidade de absorção dos seus efluentes industriais, por parte do entorno imediato.
As duas situações descritas estão diretamente vinculadas a questão principal e de interesse global, qual seja, a preservação dos ecossistemas. Na medida em que integra e interage nesta cadeia natural o homem, como elemento principal do sistema, necessita modificar determinadas funções que orientam as relações de troca entre os grupos sociais do planeta: marketing e design.
Se à função marketing (o quê fazer), segundo Kotler(1996), cabia, em nível estratégico, a identificação e o estabelecimento de briefings, faz-se necessário hoje que estes programas sejam compatíveis com aspectos relacionados ao binômio descontinuidade-descartabilidade, questões globais principais anteriormente referidas.
Se à função design (como fazer), ainda cumpre o papel, em nível tático, de concepção dos meios de troca, faz-se necessário, agora, atuar num patamar que contemple o binômio descartabilidade-reciclagem, sob a ótica dos processos de fabricação não-agressivos ao meio e à vida.
E, completando a tríade de funções, cabe à função tecnologia buscar meios de produção que viabilizem a materialização dos meios de troca, à luz de condições ambientais não-agressivas e com balanço energético em níveis aceitáveis.
Lenços umidecidos, biodegradáveis, para bebês.
(Baseado no texto de Mario dos Santos Ferreira da CIENTEC/RS)
PAULA
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Design Conscientização
O designer pode muito bem criar meios de se alienar e manipular um grupo específico de indivíduos. A massa recebe um constante bombardeio de anúncios e ofertas na maioria das vezes enganosas, que diz proporcionar uma realidade não existente ou fora do alcance dessa parcela da população.
A televisão, por muitas vezes, impõe de certa forma uma maneira ideal de se viver, crescer, trabalhar, estudar, e até ser. Como o trecho da música “Pacato Cidadão” da banda brasileira Skank:
“...Pra que tanta TV
Tanto tempo pra perder
Qualquer coisa que se queira
Saber querer
Tudo bem, dissipação
De vez em quando é "bão"
Misturar o brasileiro
Com alemão
Pacato Cidadão!
É o Pacato da Civilização...”
O designer às vezes é o criador do denominado “lixo sentimental”, que é o que se produz e não tem real utilidade, ou não é mais necessária a sua produção em favorecimento de nova tecnologia. Um bom exemplo é a produção de CD’s musicais. Se hoje nós temos a possibilidade de se escutar musica sem necessariamente ter um arquivo físico, qual é então o motivo de se criar esse lixo desnecessário? É por que nós temos apego sentimental a certas tradições. Imagine quanto lixo deixaria de ser produzido, se priorizássemos o material não físico ao produto que necessariamente produz algum lixo?
Pensando ainda na questão de substituir o físico pelo não físico, temos também todos os nossos recibos, notas fiscais, senhas de banco, embrulhos de embalagens desnecessários, panfletos e etc... Esses são produtos que seu destino inevitável é o lixo, produz-se para ir ao lixo, direto.
Faz parte da profissão do designer ter conhecimento do fim que levará o seu produto, seja esse fim o lixo, a reciclagem ou a alienação e condução da boiada que é a massa.

quarta-feira, 9 de abril de 2008
Exposições visitadas
Frame do vídeo, Suco Gástrico, 2008, de Zezão.
Artur Lescher, Máquina, 2007 .
Frame do vídeo Inventário das Pequenas Mortes (Sopro), 2000, de Cao Guimarães e Rivane Neuenschwander
Eduardo Srur Pets, 2007-2008terça-feira, 1 de abril de 2008
Visando uma verdadeira função social do recurso em questão, aprimoraremos o estudo focando as adaptações do que já existe em benefício do homem, buscando entender a sociedade e seus comportamentos.
Apesar de termos chegado a essas idéias primárias sentimos falta de algo mais concreto, e também de influência externa. Com isso decidimos entrevistar pessoas envolvidas com arte e design, visitar exposições, pesquisar em revistas e internet, coletar imagens, tudo para que pudéssemos assim ter uma visão mais ampla do tema tratado.
Algumas entrevistas já foram feitas com uma câmera de celular. Isso porque levamos em consideração a espontaneidade, praticidade e a presença do celular nas mais variadas classes da população. O celular como ferramenta. E serão integradas ao trabalho para apresentação. As primeiras iformações registradas nos levaram a crer que o desing tem uma forte função de comunicar, pois a comunicação visual é rápida e impactante; que é mais útil do que um simples adorno; pode ter uma criação intuitiva sem moldes clássicos; e é uma forma altamente expressiva e repleta de cultura regional. Nosso encontro aconteceu na livraria cultura do Conjunto Nacional, para que pudéssemos pesquisar em livros algumas idéias básicas como a frase a seguir:
“Certamente, todos esses pioneiros tiveram o primitivo entendimento de que em seus trabalhos deveriam se preocupar com a ergonomia, funcionalidade e custo-benefício. Mas, com a perspectiva histórica podemos ver que a sua preocupação maior era a mistura da estética com a moral em objetivo de criar um estilo próprio.”
BAYLEY, Stephen/ CONRAD, Terence.
JOÃO.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Produto hoje: interação com o design, arranja-se o candelabro da maneira desejada, até compra-se peças sobressalentes para integrar o decorativo.
A arte urbana ganha cada vez mais espaço. É apreciada, hoje em dia, com mais intencidade, ela faz parte do nosso cotidiano e de nossas vidas.
Dela surgem influências na maneira de designers gráficos trabalharem. Um desenho atual que chama a atenção.






